R$6,9 bilhões arrecadados em apenas um ano. Esse foi o tamanho do apetite do fisco paulista sobre heranças em 2025.
O valor representa um recorde histórico, já corrigido pela inflação, com crescimento real de 3% em relação a 2024 e dois anos consecutivos de alta. E há um detalhe crucial: tudo isso ainda com alíquota fixa de 4%.
Quando a progressividade obrigatória do ITCMD entrar em vigor e ela vai entrar, o impacto pode dobrar para famílias com patrimônio relevante.
Reforma Tributária e ITCMD: o que muda em São Paulo
A Reforma Tributária de 2023 foi clara: todos os estados deverão adotar alíquotas progressivas no ITCMD.
São Paulo ainda opera no modelo antigo, mas duas propostas já tramitam na Assembleia Legislativa:
- uma mantém o teto atual de 4%;
- a outra eleva a alíquota para 8%, o limite constitucional.
Se a segunda proposta avançar, a consequência é direta: quem transfere patrimônio acima de determinado valor passa a pagar o dobro do imposto atual.
A janela de oportunidade existe mas tem prazo
Existe um fator técnico que muda completamente o jogo.
Qualquer alteração aprovada em 2026 só poderá produzir efeitos a partir de 2027, por força do princípio da anualidade tributária.
Isso significa que a janela para reorganização patrimonial está aberta agora.
E aqui está o ponto crítico: planejamento sucessório não se constrói em 60 dias.
Quem espera que a lei seja publicada para agir já começa atrasado.
O erro mais comum: tratar imposto sobre herança como problema do futuro
Esse é um dos equívocos mais caros que empresários e famílias patrimonializadas cometem.
O imposto sobre herança não é um problema distante.
Hoje, a Receita Federal já cruza dados de:
- imóveis;
- investimentos financeiros;
- offshores;
- doações;
- participações societárias.
As secretarias estaduais seguem o mesmo caminho.
O que não está estruturado hoje vira passivo amanhã. E passivo tributário em sucessão costuma significar:
- inventários travados;
- multas elevadas;
- litígios familiares;
- erosão do patrimônio construído ao longo de décadas.
Proteger patrimônio não é sonegar. É usar método
É importante ser claro: a solução não é evasão fiscal.
A solução é planejamento tributário dentro da legalidade, utilizando instrumentos que existem, são reconhecidos e funcionam.
Quando a alíquota sobe de 4% para 8%, o impacto deixa de ser teórico.
Em um patrimônio de R$ 50 milhões, a diferença é objetiva: R$2 milhões a mais que deixam os herdeiros e vão para o Estado.
Estruturar holdings, reorganizar ativos, planejar sucessão e utilizar tratados internacionais não é agressividade fiscal. É gestão patrimonial responsável.
Brasil aperta o cerco. Outros países oferecem previsibilidade
O ITCMD não é um movimento isolado.
O cenário tributário brasileiro está sendo redesenhado por múltiplas frentes:
- Reforma Tributária (CBS e IBS);
- tributação de offshores;
- acordos internacionais de troca automática de informações;
- maior integração entre fiscos.
Quem possui patrimônio relevante e não revisa sua estrutura jurídica está assumindo um risco desnecessário.
Planejamento sucessório exige visão internacional
É exatamente nessa fronteira que atua a BMS Miami.
A atuação combina:
- auditoria patrimonial;
- reorganização societária no Brasil e no exterior;
- estruturação de holdings internacionais;
- conformidade simultânea com Receita Federal e IRS;
- planejamento sucessório com segurança jurídica.
Não se trata de prometer milagre. Trata-se de método, previsibilidade e proteção patrimonial.
Direito sem estratégia vira custo
Se você construiu patrimônio com esforço, risco e disciplina, você tem o direito de protegê-lo.
Mas direito sem estratégia vira conta a pagar.
A elevação do ITCMD não é hipótese distante. Ela é tendência concreta.
Quem age agora preserva patrimônio.
Quem espera, financia o Estado com o que levou uma vida inteira para construir.
Fale com a BMS
Se você possui patrimônio relevante e quer entender como estruturar sucessão e governança tributária antes que a alíquota suba, converse com quem trabalha com método, não improviso.
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É urgente agir agora para evitar prejuízos e garantir conformidade.