Recife entrou no circuito das discussões que estão redesenhando o ambiente de negócios no Brasil.
No dia 09 de abril, o BMS On The Road passou pela capital pernambucana e levou ao Hotel Luzeiros, um debate direto sobre o que realmente importa para empresas que precisam operar e crescer em um cenário de mudança estrutural.
Mas, mais do que um evento, o encontro deixou uma mensagem clara: o jogo já mudou. E quem ainda trata isso como teoria está atrasado.

Reforma tributária não é pauta futura, é decisão presente
Um dos pontos centrais do encontro foi a mudança de percepção sobre a reforma tributária.
Ela deixou de ser um tema jurídico ou técnico e passou a ocupar um espaço estratégico dentro das empresas.
Não se trata mais de entender a lei. Se trata de entender o impacto no negócio.
Durante as discussões, ficou evidente que o novo sistema, com IBS e CBS, altera diretamente:
- a lógica de formação de preços;
- a estrutura de custos;
- o fluxo de caixa;
- a competitividade entre empresas.
Ignorar isso hoje significa perder margem amanhã sem saber exatamente por quê.
O Brasil dentro de um cenário global mais instável
Outro eixo relevante foi a leitura do ambiente econômico e geopolítico.
O Brasil não está isolado e nunca esteve.
Decisões internas passam a ter efeitos amplificados quando combinadas com:
- juros elevados;
- tensões internacionais;
- mudanças em cadeias globais;
- pressão por eficiência.
O resultado é um ambiente mais sensível, onde erros estratégicos custam mais caro e acertos geram vantagem mais rápida.
Oportunidades que ainda passam despercebidas
Enquanto grande parte do mercado foca apenas no aumento de carga tributária, um dos debates trouxe uma visão menos explorada: as oportunidades dentro do próprio sistema.
Questões previdenciárias e estruturas pouco revisadas ainda representam espaço relevante para:
- ganho de eficiência;
- recuperação de valores;
- melhoria de caixa.
O problema é que muitas empresas ainda operam com estruturas antigas em um cenário completamente novo.
Quem conduziu o debate
As discussões foram lideradas por profissionais com atuação direta nos temas abordados:
- Rubens Tavares – CEO do Grupo BMS, com mais de 17 anos de atuação em estratégia tributária;
- Lourival Sant’Anna – jornalista com 35 anos de experiência, colunista do Estadão e analista da CNN Brasil;
- Dra. Juliana Zobaran – executiva C-Level com atuação em Impostos e Corporativo na América Latina e México;
- Dra. Gilda Almeida – advogada tributarista com experiência no Brasil e nos EUA E ex-integrante da Receita Federal;
- Cauê Azevedo – gerente tributário da BMS, com mais de 12 anos de experiência.
A combinação de visões tributária, jurídica, econômica e prática, trouxe uma leitura mais completa do cenário atual.
O ponto em comum: antecipação
Se houve um consenso ao longo do encontro, foi este: não existe mais espaço para reação tardia.
Empresas que esperarem o impacto aparecer para agir vão pagar mais caro, seja em margem, em caixa ou em competitividade.
Por outro lado, quem antecipa:
- ajusta estrutura;
- revisa estratégia;
- identifica oportunidades;
- reduz riscos.
A agenda continua
A passagem por Recife reforça um movimento que já está em curso: levar discussões estratégicas para diferentes regiões do país, conectando quem precisa tomar decisão com quem entende o cenário.
O BMS On The Road segue sua jornada pelas principais cidades do Brasil.
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É urgente agir agora para evitar prejuízos e garantir conformidade.