A Reforma Tributária entrou na fase decisiva, e as empresas que se anteciparem sairão na frente.
Segundo, Rubens Tavares, CEO da BMS Consultoria Tributária, esse movimento tem dois momentos fundamentais e o primeiro exige ações imediatas.
1. Análise da carteira de fornecedores
O primeiro passo é revisar toda a sua base de fornecedores.
Mais do que identificar o regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real), é essencial avaliar:
- a capacidade econômica de cada fornecedor;
- a situação fiscal junto a órgãos como Serasa, CADIN, Receita Federal e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
Um fornecedor com pendências ou dívidas fiscais provavelmente não recolhe tributos, o que impede o aproveitamento dos créditos na sistemática não cumulativa.
Além disso, é fundamental avaliar a maturidade e estrutura desses parceiros, há casos em que empresas sequer conseguem emitir notas fiscais corretamente.
2. Levantamento e utilização dos créditos tributários
Todas as empresas devem levantar e utilizar seus créditos até 31 de dezembro de 2026.
A partir de janeiro de 2027, os créditos não aproveitados serão parcelados em 140 meses (12 anos) — o que reduz drasticamente o valor econômico desse ativo.
Ou seja: quanto antes forem usados, melhor para o caixa da empresa.
3. Revisão e atualização do cadastro (NCM)
Revisar os códigos NCM e atualizar o cadastro de produtos e serviços é essencial.
A nova estrutura tributária vai impactar diretamente a alíquota aplicada na nota fiscal, tornando a correta classificação um fator estratégico.
4. Revisão de contratos com fornecedores e prestadores de serviços
É hora de analisar os contratos vigentes.
Muitos contêm cláusulas que, no novo cenário tributário, podem gerar diferenças na tributação “por dentro” e “por fora” e trazer impactos financeiros significativos.
A equipe da BMS já identificou mais de dez ajustes contratuais essenciais que devem ser considerados nessa transição.
O segundo momento: tecnologia e inteligência tributária BMS
Após essa primeira fase, a BMS entra com seu diferencial:
uma ferramenta inteligente que cruza dados do SPED, identifica operações com substituição tributária e monofásicos, e analisa cenários de preço, margem e destino.
Com isso, entregamos um diagnóstico completo e customizado, projetando o modelo de negócio mais eficiente para cada cliente diante das novas regras.
O diferencial vai muito além da calculadora: é uma análise customizada, estratégica e conduzida por uma equipe experiente, que garante que sua empresa esteja totalmente preparada para operar em conformidade com a nova economia tributária a partir de janeiro de 2027.


É urgente agir agora para evitar prejuízos e garantir conformidade.