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Reforma Tributária pode aumentar a carga em até 90%

Reforma Tributária pode aumentar a carga em até 90%

A Reforma Tributária não é um evento distante.
Ela começou em 1º de janeiro de 2026 e para muitas empresas, o impacto será imediato e profundo.

Estudos recentes indicam que 83% das empresas esperam alto impacto já em 2026, mas 72% admitem que não estão preparadas. O resultado é um cenário clássico de risco: mudança estrutural com baixa prontidão operacional.

E isso não é teoria.

Um caso real: quando “achar que está tudo sob controle” custa caro

Em janeiro de 2026, uma empresa do setor de logística, com faturamento anual de R$49 milhões e enquadrada no Lucro Presumido, procurou a BMS acreditando que estava preparada para a Reforma Tributária.

A empresa havia lido sobre CBS e IBS. Mas nunca tinha colocado os números na mesa.

Ao simular o impacto real da Reforma, os resultados foram claros:

  • A carga tributária sairia de 9,25% para 17,58% — um aumento de quase 90%;

  • O Split Payment travaria aproximadamente R$ 4,3 milhões por mês de capital de giro;

  • 18% dos fornecedores, enquadrados no Simples Nacional, não geram crédito tributário;

  • Contratos assinados em 2025 passariam a operar com margem negativa em 2026.

O erro não foi falta de informação. Foi confundir leitura com preparação.

Os 3 erros mais comuns das empresas diante da Reforma Tributária

Erro 1: Achar que a Reforma só afeta grandes empresas

Na prática, quem mais sofre são empresas entre R$10 milhões e R$200 milhões de faturamento.

  • Grandes corporações têm estrutura, capital e times dedicados;

  • Pequenas empresas estão protegidas pelo Simples;

  • O “meio” fica exposto, com menos margem, menos crédito e menos poder de negociação.

Erro 2: Esperar “a poeira baixar”

Não haverá adiamento.

A Reforma entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026, independentemente do grau de preparo das empresas. Quem não se antecipar vai:

  • operar com margem comprimida;

  • enfrentar dificuldade para repassar preços;

  • sofrer pressão imediata no caixa.

Erro 3: Tratar a Reforma como tema exclusivo do contador

A Reforma Tributária não é um problema apenas fiscal.

Ela impacta diretamente:

  • precificação;

  • contratos;

  • cadeia de fornecedores;

  • capital de giro;

  • competitividade.

Delegar isso apenas à contabilidade é abrir mão da estratégia.

Cronograma prático de preparação para 2026

Fevereiro a abril: diagnóstico técnico

O primeiro passo é entender o impacto real:

  • Simular a carga tributária com CBS + IBS por produto ou serviço;

  • Mapear fornecedores do Simples Nacional e o risco de não geração de crédito;

  • Calcular o efeito do Split Payment no capital de giro.

Sem esse diagnóstico, qualquer decisão é aposta.

Maio a julho: renegociação e ajuste de estrutura

Com os números em mãos, é hora de agir:

  • Renegociar contratos com fornecedores estratégicos;

  • Comunicar clientes sobre reprecificação com antecedência mínima de 45 a 60 dias;

  • Negociar linhas de crédito preventivas para absorver o impacto de caixa.

Agosto a outubro: implementação operacional

A Reforma também é tecnologia e pessoas:

  • Validar se o ERP suporta CBS e IBS;

  • Treinar a equipe fiscal (mínimo de 40 horas);

  • Preparar a equipe comercial para explicar reajustes e mudanças aos clientes.

Novembro em diante: monitoramento contínuo

A adaptação não termina na virada do ano:

  • Criar dashboards de capital de giro real versus projetado;

  • Revisar preços trimestralmente;

  • Reavaliar anualmente o regime tributário (Lucro Real x Presumido).

Reforma Tributária não é sobre imposto. É sobre vantagem competitiva

No fim, a Reforma Tributária não define quem paga mais ou menos imposto.
Ela separa quem domina o novo sistema de quem reage tarde.

Em 17 anos, a BMS já devolveu R$8,7 bilhões ao caixa de mais de 3.700 empresas porque nunca esperou a legislação mudar para agir. Sempre antecipou cenários.

Agora, na maior transformação tributária das últimas décadas, a lógica é a mesma:

  • Quem se antecipa, preserva margem e cresce;

  • Quem espera, enfrenta crise de liquidez.

Sua empresa já simulou o impacto da Reforma Tributária no capital de giro?
Entre em contato com a BMS.
(21) 98101-7181 | (21) 96416-5831
[email protected]

Com a BMS, inteligência tributária vira caixa. Mais de 3.700 empresas já confiam na nossa expertise.

 

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